CÓDIGOS do ÓDIO
O antissemitismo contemporâneo raramente se apresenta de forma explícita.
Ele se esconde em símbolos, números, emojis, memes e expressões aparentemente banais, criando uma linguagem cifrada que circula nas redes sociais, fóruns digitais e ambientes extremistas.
O guia “Códigos do Ódio” foi elaborado pela AVIVA•18 com finalidade educativa, preventiva e institucional, para auxiliar a sociedade civil, escolas, empresas, autoridades, plataformas digitais e profissionais do Direito na identificação dessas novas formas de discurso de ódio.
Mais do que um catálogo de símbolos, este material explica:
como esses códigos funcionam;
por que foram criados;
qual seu contexto histórico;
e quando passam a ter relevância jurídica.
O objetivo não é estimular paranoia nem transformar qualquer símbolo em acusação automática. Ao contrário: o guia parte de um princípio essencial do Direito e das ciências sociais — o contexto importa.
Um emoji isolado pode ser apenas um emoji.
Mas a repetição, a associação com outros códigos, a intenção e o direcionamento podem transformar sinais aparentemente neutros em instrumentos de intimidação, exclusão e propagação de ideologias extremistas.
Em um tempo em que o ódio aprendeu a se camuflar, reconhecer esses códigos tornou-se uma forma de alfabetização cívica e proteção democrática.
Porque o que não é identificado, normaliza-se.
E o que se normaliza… cresce em silêncio.
CODES of
HATE
Contemporary antisemitism rarely presents itself openly.
It hides in symbols, numbers, emojis, memes, and seemingly trivial expressions, creating a coded language that circulates across social media, online forums, and extremist spaces.
The "Codes of Hate" guide was created by AVIVA•18 for educational, preventive, and institutional purposes, to help civil society, schools, businesses, authorities, digital platforms, and legal professionals identify these new forms of hate speech.
More than a catalog of symbols, this material explains:
how these codes work;
why they were created;
what their historical context is;
and when they acquire legal significance.
The aim is neither to fuel paranoia nor to turn every symbol into an automatic accusation. On the contrary: the guide rests on a principle essential to both law and the social sciences — context matters.
An emoji on its own may be nothing more than an emoji.
But repetition, association with other codes, intent, and targeting can transform seemingly neutral signs into instruments of intimidation, exclusion, and the spread of extremist ideologies.
In an age when hatred has learned to disguise itself, recognizing these codes has become a form of civic literacy and democratic protection.
Because what goes unidentified becomes normalized.
And what becomes normalized… grows in silence.
CÓDIGOS del ODIO
El antisemitismo contemporáneo rara vez se presenta de forma explícita.
Se esconde en símbolos, números, emojis, memes y expresiones aparentemente banales, creando un lenguaje cifrado que circula en las redes sociales, los foros digitales y los entornos extremistas.
La guía "Códigos del Odio" fue elaborada por AVIVA•18 con finalidad educativa, preventiva e institucional, para ayudar a la sociedad civil, las escuelas, las empresas, las autoridades, las plataformas digitales y los profesionales del Derecho a identificar estas nuevas formas de discurso de odio.
Más que un catálogo de símbolos, este material explica:
cómo funcionan estos códigos;
por qué fueron creados;
cuál es su contexto histórico;
y cuándo adquieren relevancia jurídica.
El objetivo no es fomentar la paranoia ni convertir cualquier símbolo en una acusación automática. Al contrario: la guía parte de un principio esencial del Derecho y de las ciencias sociales — el contexto importa.
Un emoji aislado puede ser solo un emoji.
Pero la repetición, la asociación con otros códigos, la intención y la direccionalidad pueden transformar señales aparentemente neutras en instrumentos de intimidación, exclusión y propagación de ideologías extremistas.
En un tiempo en que el odio ha aprendido a camuflarse, reconocer estos códigos se ha convertido en una forma de alfabetización cívica y protección democrática.
Porque lo que no se identifica, se normaliza.
Y lo que se normaliza… crece en silencio.




